Uma casa que visse crianças engatinhando, adolescentes voltando com os amigos, e idosos conversando na varanda.
Uma casa que não fosse apenas morada — mas testemunha de sua história, dos dias comuns que viram memória.
Há algo de familiar em suas formas, talvez uma lembrança sutil dos casarões pernambucanos:
Do sol entrando pelas janelas, da varanda que convida à pausa, da serenidade de uma arquitetura feita para a permanência.