Não porque tenha uma sala de estudos ou uma estante repleta de livros. Mas porque o cotidiano aqui é vivido como vocação.
Cada refeição partilhada à mesa, cada tarefa dividida, cada peça produzida na oficina, o futebol no gramado do jardim… tudo contribui para formar, não apenas instruir.
É por isso que o projeto se organiza ao redor da vida em comum, com espaços de convívio, de oração, de contemplação.
E a arquitetura integra a pedagogia silenciosa da casa: o belo e o bom, o útil e o sagrado.